sábado, 31 de dezembro de 2016

Dia da Confraternização Universal e da Paz

O Dia da Confraternização Universal e da Paz Mundial é comemorado com a chegada do Ano Novo em quase todos os países. A data foi proposta pelo Papa Paulo VI em 8 de dezembro de 1967, com o intuito de promover votos de alegria e felicidade entre as nações. Ainda que, desde 1981, o Dia Internacional da Paz seja comemorado em 21 de setembro, o 1º de janeiro foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia da Confraternização Universal, ou seja, da união e da paz entre os povos.




Paulo VI quis expandir a proposta para além da Igreja Católica. De acordo com o documento elaborado pelo Papa, a verdadeira celebração de paz só fica completa com o envolvimento de todos os homens. “A proposta não tem a pretensão de ser qualificada como exclusivamente nossa, religiosa ou católica. Antes, seria para desejar que ela encontrasse a adesão de todos os verdadeiros amigos da paz (...) uma humanidade consciente e liberta dos seus tristes e fatais conflitos bélicos, que quer dar à história do mundo um devir mais feliz, ordenado e civil”, escreveu na época.


Sendo assim, o principal objetivo da santidade e das Nações Unidas foi o de acabar com as guerras e a violência em todo mundo. É importante que todos celebrem não pensando apenas em si, mas promovendo ações que sejam capazes de transformar as situações que gerem caos. Jorge Chediek, coordenador residente da ONU no Brasil, realçou as principais missões da ONU. “A Organização trabalha com a manutenção e promoção da paz, cooperação e direitos humanos de todas as pessoas. A ONU tem toda área jurídica e institucional para promover isso em nível global”.


Novo ciclo
A palavra francesa Reveillon significa “acordar” e era usada no século 17 para designar jantares longos e chiques realizados durante o ano.

Com o tempo, acabou popularizando-se como sinônimo da festa de passagem de ano.

A comemoração do Ano-Novo tem sua origem intimamente ligada à natureza.

Dois mil anos antes da era cristã, os antigos babilônios festejavam a entrada de um novo ciclo anual no início da primavera no hemisfério norte, que equivaleria ao dia 23 de março do calendário cristão.

Nessa época, era feita a plantação de novas safras, daí a noção de reinício, preservada até hoje.

Já os gregos celebravam o início de um novo ciclo entre 21 e 22 de dezembro, mas o ritual também  representava o espírito da fertilidade.

A festa era pelo renascimento anual do deus Dionísius, a quem homenageava-se desfilando com um bebê em um cesto.

Os egípcios comemoravam o Ano-Novo quando a estrela Sírius surgia no horizonte de Mênfis, a cidade dos primeiros faraós.

A data (16 de julho no calendário cristão) marcava o começo da enchente anual do rio Nilo.


Veja Mais:
 

Nenhum comentário: