terça-feira, 28 de novembro de 2017

Dor é semelhante a dor da pele ser queimada pelo fogo



Paige Hewitt, 23, sofre de uma doença rara que causa dores insuportáveis no joelho esquerdo, bem semelhante a dor da pele ser queimada pelo fogo.

Devido a condição, a mulher é obrigada é dormir ao lado de um congelador , mesmo em dias de muito frio. A britânica foi diagnosticada com o síndrome de dor complexa regional, os especialistas acreditam que quem sofre dessa patologia sofre constantemente a maior dor que um ser humano pode suportar, que causa uma agonia pior do que um parto, amputação de membro, osso quebrado, até mesmo um câncer.


A jovem é obrigada a usar pacotes de gelo amarrados ao joelho para diminuir a dor, Paige garante que só consegue dormir 4 horas por noite. “Essa doença arruinou a minha vida social. É muito difícil para mim por exemplo ir ao cinema ou ir sair à noite porque a minha perna tem que estar sempre numa determinada posição, senão é um sofrimento atroz. Para dormir tenho que usar uma almofada de gravidez para garantir que o joelho não sai do lugar, e envolvê-lo com sacos de gelo", explicou a jovem ao jornal britânico The Mirror


Tudo começou em 2011, quando foi operada do joelho "Os médicos descobriram que todos os nervos daquela zona tinham sido afetados pela operação, e isso desenvolveu esta doença", recordou Paige, que foi obrigada deixar os estudos.

Quando começou a realizar tratamento com oxigénio hiperbárico, Paige começou a sentir mais alívio na dor, porém para um resultado mais efetivo a jovem teria que realizar os tratamentos pelo menos três vezes por semana. “Neste momento não consigo fazer porque o hospital ainda fica muito longe para mim e eu não tenho capacidade financeira para pagar as viagens para o resto da vida. Tenho esperança de que consiga comprar a minha própria câmara e fazer a terapia em casa", disse.



a sentir a dor muito mais aliviada e o seu estilo de vida a melhorar. No entanto, para que tal tivesse resultado, a jovem teria que realizar os tratamentos pelo menos três vezes por semana. "Neste momento não o consigo fazer porque o hospital ainda fica muito longe para mim e eu não tenho capacidade financeira para pagar as viagens para o resto da vida. Tenho esperança de que consiga comprar a minha própria câmara e fazer a terapia em casa", afirmou a britânica.
Caso a jovem não consiga angariar fundos para comprar a câmara, ela terá que amputar a perna.

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